A casa de Espinho do primeiro-ministro, Luís Montenegro, está a ser, novamente, alvo de um inquérito por parte do Ministério Público do Porto, desta vez por suspeitas de fraude fiscal associada a alegadas discrepâncias entre o custa da construção e das faturas emitidas, avançou o “Expresso”.
Depois de em 2024 ter sido arquivado um primeiro processo-crime por alegadas suspeitas de benefícios fiscais com a casa do primeiro-ministro, o DIAP Regional do Porto abriu novo inquérito sobre esta.
De acordo com o jornal, os empreiteiros da moradia foram ouvidos pelo Ministério Público em janeiro.
O semanário não conseguiu obter declarações dos empreiteiros nem do primeiro-ministro, mas a Procuradoria-Geral da República confirmou “a existência de investigação a correr termos no DIAP Regional do Porto”.
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