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Meta remunera executivos em (quase) mil milhões se atingir os nove triliões em 2031

Para atingir o objetivo a Meta teria que valorizar 592% em cinco anos. Atualmente a tecnológica, dirigida por Mark Zuckerberg, vale 1,3 triliões de dólares (1,1 biliões de euros) em bolsa.
Mark Zuckerberg
30 Março 2026, 09h12

A Meta vai remunerar os seus executivo de topo, através de um programa de opções, em 921 milhões de dólares (801,1 milhões de euros), pelas contas do New York Times, se a empresa atingir uma avaliação de nove triliões (na denominação norte-americana, o equivalente a 7,8 biliões de euros), até 2031, de acordo com o Wall Street Journal.

Para atingir o objetivo a tecnológica teria que valorizar 592% em cinco anos. Atualmente a organização, dirigida por Mark Zuckerberg, vale 1,3 triliões de dólares (1,1 biliões de euros) em bolsa.

Incluídos neste programa, refere a publicação financeira, estão: o diretor de Tecnologia da Meta, Andrew Bosworth, o diretor de Produtos, Chris Cox, o diretor de Operações, Javier Olivan, a diretora Financeira, Susan Li, o diretor Jurídico, C.J. Mahoney, e a vice-presidente do Conselho de administração, Dina Powell McCormick. Mark Zuckerberg não está incluído.

Um porta-voz da Meta, citado pelo Wall Street Journal, referiu que este programa é uma “grande aposta” e só se vai concretizar se a empresa “alcançar um enorme sucesso futuro”.


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