Com a promessa de estabilidade política e democrática, perto de 8oo mil eleitores guineenses elegem este domingo, 24 de novembro, o novo Presidente da República. As urnas abriram às 07h00 em todo o país, noticia a agência Lusa citando fonte da Comissão Nacional de Eleições (CNE).
Na corrida para suceder a José Mário Vaz posicionam-se 12 candidatos. Além do próprio que se recandidata, há na corrida quatro antigos primeiros-ministros (PM): Domingos Simões Pereira, PM entre julho de 2014 e agosto de 2015; Carlos Gomes Júnior, PM entre 2004 a 2005 e entre 2009 e 2012; Baciro Djá, PM entre 2015 e 2016; e Umaro Sissoco Embaló, PM entre dezembro de 2016 e janeiro de 2018.
Domingos Simões Pereira, líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) desde 2014, é o candidato oficial do partido.
A sufrágio apresentam-se ainda Nuno Gomes Nabiam, vice-presidente da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau, Afonso Té, líder do Partido Republicano da Independência para o Desenvolvimento (PRID), Iaia Djaló, líder do Partido da Nova Democracia (PND), que se candidata pela quinta vez, e Gabriel Fernando Indi, que é apoiado pelo Partido Unido Social Democrata (PUSD).
No boletim de voto constam ainda três empresários: Idrissa Djaló, que conta com o apoio do Partido da Unidade Nacional (PUN) e Vicente Fernandes, que lidera o Partido para a Convergência Democrática (PCD) e Mutaro Intai Djabi.
As urnas encerram às 17h00 locais, a mesma hora em Lisboa.
Estas eleições são vistas como uma oportunidade da Guiné-Bissau regressar à estabilidade política de onde tem andado afastada. A estabilidade política é fulcral para garantir a captação de investimento, que impulsione o desenvolvimento económico.
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