Os contratos têm capitais estrangeiros, nomeadamente indiano, francês, alemão e brasileiro.

“Precisamos de investimento produtivo, que gere riqueza e emprego e que permita valorizar a incorporação tecnológica da economia portuguesa e fazer a economia portuguesa subir na cadeia de valor da economia mundial”, defendeu Santos Silva.

O Governo, acrescentou, procura “valorizar os investimentos que possam potenciar a posição internacional da economia portuguesa nos ‘clusters’ que estão na fronteira tecnológica”.

“Temos boas capacidades instaladas em Portugal no ‘cluster’ automóvel, no ‘cluster’ aeronáutico e nas tecnologias da informação, e é isso que queremos valorizar, juntamente com outros clusters nos quais Portugal tem ou uma posição de relevo consolidada, como o têxtil e o calçado, ou nos quais está a desenvolver novas capacidades, por exemplo o setor da saúde e do turismo ligado à saúde”, explicou, durante a audição.

Santos Silva dedicara a sua intervenção inicial na reunião da segunda comissão ao tema da internacionalização da economia, durante a qual revelou que Portugal tem tido “algum progresso na relação económica com o espaço europeu”.

OJE