Num comunicado enviado hoje à Comissão do Mercado dos Valores Mobiliários (CMVM), a empresa informa que os resultados operacionais nos primeiros nove meses do ano caíram devido a um “menor contributo de efeitos não recorrentes”.
Nos primeiros nove meses do ano passado, as contas do grupo tinham beneficiado de um impacto positivo com a compra a desconto de 50% da central de Pecém I, no Brasil, e da venda de activos de gás em Espanha, além de efeitos não recorrentes na EDP Renováveis.
Excluindo todos estes efeitos extraordinários, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) subiu 10%, “impulsionado por uma melhoria das condições atmosféricas na Península Ibérica e Brasil, e pela expansão do portfólio.
Segundo o relatório, a capacidade instalada da EDP subiu 2% em termos homólogos. A empresa destaca o aumento da capacidade hídrica em Portugal, no seguimento da entrada em operação das centrais de Salamonde 2 e Baixo Sabor, e a expansão de capacidade eólica nos EUA e Brasil.
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