Abrangente, complexa e prolongada são as palavras usadas por Nuno Lacasta, presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), para defender o rigor com o qual a instituição avaliou a venda de seis barragens no Rio Douro pela EDP a um consórcio liderado pela francesa Engie.
“A avaliação não foi feita ‘by the book, foi feita além do ‘book’, Lacasta disse ao JE. “Porque o ‘book’ da legislação do decreto de lei 226A é muito sintético, não dá propriamente guidelines detalhadas e dá um prazo de seis dias”.
Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor
Tagus Park – Edifício Tecnologia 4.1
Avenida Professor Doutor Cavaco Silva, nº 71 a 74
2740-122 – Porto Salvo, Portugal
online@medianove.com