O vermelho da maior entidade bancária da zona euro, poderá deixar de viajar com a Ferrari na próxima temporada de Formula 1 (F1). De acordo com o El Confidencial, o Santander, presidido por Ana Botín, terá decidido não renovar um patrocínio que dava visibilidade à instituição bancária nos cinco continentes.
Na origem da ruptura entre o banco e a marca automóvel estará um impasse verificado nas negociações da renovação do contrato que expira em dezembro. De acordo com o El País, fontes próximas do banco dizem que a Ferrari pedia um valor muito superior aos atuais 40 milhões de euros cedidos pelo Santander. Por enquanto não se sabe se o Santander procurará no futuro investir o seu patrocinio noutros desportos.
A confirmar-se o fim do patrocínio, a Ferrari deverá, segundo o periódico espanhol, procurar uma marca asiática do comércio online para substituir o patrocínio do Santander. A possível escolha de um patrocinador asiático estará relacionada com o facto de ser no continente asiático que a Ferrari vende mais veículos e também pela F1 realizar cada vez mais provas naquela região.
O Santander contava já com 10 anos a patrocínar os carros da F1. Tudo começou quando o espanhol Fernando Alonso conduzia o monocoque da Mclaren-Mercedes. Aliás, a Ferrari só conseguiu o apoio do banco espanhol quando contratou o bicampeão mundial de F1.
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