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Paredes de Coura vibra ao som do jazz

O Ciclo de Polinização Musical continua a fazer jus ao verbo polinizar. Ele há jazz no ar de 13 a 15 de agosto. Aproveite.
13 Agosto 2021, 12h00

 

Arrancou em junho e prolonga-se até outubro, alterna entre a música jazz, tradicional e clássica e responde por “Ciclo de Polinização”. E nos próximos três dias, três projetos do Porto aterram no Largo Visconde de Mozelos para pôr Paredes de Coura a vibrar ao som do jazz.

O programa arranca amanhã, sexta-feira 13, pelas 22h, com “Sete”, de Marcos Cavaleiro. Sábado dia 14,  João Mortágua sobe ao palco com “Dentro da Janela” e domingo, dia 15, os pLoo fecham as hostilidades com o álbum “Pele de Papel”.

Mas o programa não se fica por aqui. Também está prevista uma Oficina de Jazz e uma caminhada no domingo de manhã, que, dizem os organizadores, vai passar “pelos sítios mais bonitos da vila”.

“Sete” é o primeiro álbum de Marcos Cavaleiro lançado em nome próprio, e nesta estreia faz-se acompanhar de músicos de excelência: João Guimarães e José Pedro Coelho nos saxofones, André Fernandes na guitarra, João Grilo na eletrónica e ainda o contrabaixista norte-americano Thomas Morgan. Marcos Cavaleiro é um nome de referência na cena jazzística portuguesa, é membro da Orquestra Jazz de Matosinhos e tem colaborado em inúmeros projetos da Associação Porta-Jazz.

João Mortágua traz consigo “Dentro da Janela”, para onde espreita e vê um mundo que, para si, foi uma evolução natural do quarteto Janela – que marcou a cena jazz nacional desde o lançamento do disco homónimo em 2014 – para um quinteto que reúne José Pedro Coelho (saxofone tenor), Miguel Moreira (guitarra), José Carlos Barbosa (contrabaixo) e José Marrucho (bateria). O álbum “Dentro da Janela” foi eleito Disco do Ano pela jazz.pt e pela JazzLogical, e também arrebatou o galardão de Melhor Álbum Jazz nos Prémios Play da Música Portuguesa.

Os pLoo apresentam o seu segundo álbum, “Pele de Papel”, que pretende ser um espaço de coabitação entre jazz, música do mundo, música improvisada e música contemporânea. São apologistas da improvisação em todos os seus espetáculos, pois gostam de cultivar possibilidades ilimitadas. O grupo nasceu em 2014, de um encontro de pessoas que se reviu na vontade do baterista Paulo Costa de expor, sem preconceitos, todas as suas vivências e influências musicais.

Todos os concertos são de entrada gratuita. Os bilhetes podem ser levantados antes, no respetivo local de cada espetáculo. Os workshops e restantes atividades lúdicas também, apenas requerem inscrição. Para mais informações, consulte o site Ciclo de Polinização Paredes de Coura.


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