Se este verão lhe apetecer trocar o all inclusive por uma odisseia digna de herói grego, há um culpado claro: Christopher Nolan. O realizador decidiu pegar em Homero, espalhá-lo por seis países e criar não só um dos filmes do ano, mas também um roteiro de viagem. Veja quais.
É arte e engenho que passa de geração em geração, diz Rui Pinto Lopes, aos comandos da cinquentenária agência que, entre viagens com escritores e especialistas, continua a mapear emoções nos quatro cantos do mundo.
Fomos aos Himalaias. Saímos de Catmandu numa camioneta cheia de cores, tejadilho entregue às cabras, e a estrada subia e descia incessantemente pelas montanhas, contornando precipícios, aproximando-nos lentamente.
Partimos na companhia de Antoine Saint-Exupéry, o aviador que se apaixonou pela escrita e nos deixou relatos tão diversos como “Voo Noturno” ou o eterno “O Principezinho”, e vamos até lugares que marcaram a sua vida e obra.
A narrativa que conta a história da conquista de Inglaterra pelos normandos promete ser uma exposição memorável. Os primeiros bilhetes colocados à venda esgotaram em 24 horas.
Num tempo em que quase tudo se tornou reativo, criar um intervalo entre o que acontece e a resposta que damos é uma das práticas mais salutares. Um não fazer que faz muito.