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Tarifa social de internet: 30 megas de velocidade e 30 gigas de tráfego por mês por 6,15 euros (com áudio)

O regulador anunciou que vai apresentar esta proposta ao Governo. Sobre os custos para os operadores, a entidade liderada por Cadete de Matos argumenta que o impacto é “negligenciável”.
Presidente do Conselho de Administração, João Cadete de Matos. (Do lado direito) Carla Amoroso, Chefe de Divisão de Mercados de Telefonia para o segmento Fixo e Móvel. (Do lado Esquerdo) Luísa Mendes, Diretora de Gestão de Espectro
29 Setembro 2021, 11h45

A Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) vai apresentar ao Governo uma proposta com vista à criação da tarifa social da internet com o valor base de 5 euros (6,15 euros mais taxa de IVA de 23%).

O regulador considera que este valor “permite ir ao encontro do objetivo de garantia da acessibilidade do preço para os consumidores com baixos rendimentos ou com necessidades sociais especiais para o referido serviço”.

Segundo a proposta, deverá ser fixado um “preço máximo de 21,45 euros (26,38 euros com IVA à taxa de 23%) como contrapartida pela ativação do serviço, e/ou de equipamentos de acesso, nomeadamente routers”.

“Para assegurar a prestação do conjunto de serviços que deve ser suportado pelo serviço de acesso à internet as empresas prestadoras do serviço devem assegurar um débito mínimo de download de 30 Mbps e um débito mínimo de upload de 3 Mbps”, segundo o documento.

Já o valor mínimo de tráfego mensal a ser “incluído na oferta associada à tarifa social de acesso à internet em banda larga deve ser de 30 GB”.

A entidade liderada por João Cadete de Matos considera que “não estando em causa uma obrigação de disponibilidade de rede, a fixação de débitos mais elevados para a tarifa social pode ser prestado com impacto negligenciável nos prestadores, atendendo a que as infraestruturas/redes suportam diferentes valores de débitos sem custos marginais adicionais significativos, uma vez superado o custo fixo de construção das redes”.


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