Neste que é o sétimo dia da invasão russa no território ucraniano e depois do agravamento das sanções do ocidente à Rússia, o mercado acionista russo continua fechado e com a invasão a continuar, e as consequentes sanções económicas, o rublo continua a desvalorizar. Hoje está a perder quase 5% do seu valor, mas já teve a perder quase 20%.
O mercado acionista russo não abre desde sexta-feira passada em que esteve, durante momentos, a perder mais que 45% num só dia. O rublo neste momento está a transacionar a 106 por cada dólar.
A par da desvalorização da moeda, os investidores continuam preocupados com os seus investimentos nas obrigações russas. O banco central disse hoje que não vai pagar o cupão aos investidores estrangeiros nem os deixa vender as suas posições. Na mais importante obrigação que expira em 2047 e vale 6,3 mil milhões de euros o valor da obrigação está 65% mais baixa face ao valor antes do início da invasão.
No mercado nacional, o índice bolsista PSI-20 ganhou 0,34% esta quinta-feira. Fechou o dia a transacionar a 5.516,96 euros. A grande líder do PSI-20 hoje foi a Galp que subiu 10,61% que anúncio hoje terminar as compras de petróleo à Rússia.
Todos os principais índices americanos estão hoje a valorizar. O S&P 500, o Dow Jones e o Nasdaq arrancaram a sessão desta quarta-feira a ganhar, valorizando 1,81%, 1,89% e 1,15% respetivamente.
No mercado dos metais preciosos, o ouro está hoje a perder, eliminando alguns dos ganhos das últimas semanas. O ouro está hoje a desvalorizar 1,21%. A prata está também a perder, mas mais ao totalizar uma perda de 1,47% até ao momento.
A Bitcoin esta quarta-feira está a ter uma prestação bastante estável ao estar positiva apenas por 1,09%, mas tendo estado durante o dia sem grande volatilidade, em comparação com o normal da moeda.
No mercado da energia, o petróleo tem sido atingido pelas sanções à Rússia. Os analistas da XTB, uma corretora de mercados financeiros em Portugal, dizem que “o preço do Brent ultrapassou a marca dos 110 dólares por barril e está a ser negociado em máximos de 2014. O preço do petróleo já subiu 40% desde o início do ano e 70% desde dos mínimos de dezembro. A invasão russa na Ucrânia e as fortes sanções do Ocidente estão a contribuir para a escalada nos preços do petróleo”.
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