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Trabalhadores da Google insatisfeitos com salários e promoções

Numa altura em que a Google se prepara para fazer regressar a maioria dos funcionários aos escritórios, a tecnológica norte-americana enfrenta agora a preocupação de lidar com uma força de trabalho cada vez mais insatisfeita.
15 Março 2022, 21h00

De acordo com o ‘Googlegeist’, estudo interno cujo objetivo é perceber a satisfação dos trabalhadores da Google, há cada vez mais preocupações relacionadas com a remuneração, promoções e objetivos de carreira entre a força de trabalho da tecnológica norte-americana.

A “CNBC”, que teve acesso ao estudo, afirma que o número de trabalhadores da Google “insatisfeitos” tem vindo a aumentar, com várias queixas relacionadas à “falta de competitividade” dos pacotes de remuneração, comparativamente às ofertas atuais no mercado. O sector tecnológico é, atualmente, um dos mais competitivos na procura e retenção do talento, fruto da globalização dos serviços digitais.

Numa altura em que a Google se prepara para fazer regressar a maioria dos funcionários aos escritórios, a tecnológica norte-americana enfrenta agora a preocupação de lidar com uma força de trabalho cada vez mais insatisfeita.

O estudo, conduzido em janeiro, registou as pontuações mais baixas no que toca à compensação salarial e à execução de metas. Por sua vez, as pontuações mais altas verificaram-se nas missões e valores da Google.

O presidente-executivo, Sundar Pichai, disse aos funcionários através de um email que os resultados do estudo são “uma das formas mais importantes” para a empresa medir a satisfação das pessoas em relação ao seu trabalho.

A retenção e a satisfação dos funcionários são mais críticas do que nunca para a Google e outras empresas do sector tecnológica, já que um número recorde de pessoas nos EUA está a deixar os seus empregos e a explorar novas oportunidades.


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