A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) comprou 70 mil golas e 15 mil kits de autoproteção a uma empresa que gere um parque de campismo, que acabou por lucrar 175 mil euros com este negócio. Esta é das situações relatadas na acusação ao processo conhecido como caso das golas inflamáveis, avança este sábado o Público.
De acordo com o jornal, a empresa, cujo objeto da sua atividade é o turismo de natureza, teve de subcontratar as golas e kits de autoproteção a outras sociedade, pelo que o valor referido representa 50% da venda.
No âmbito deste processo, o ex-presidente da ANEPC, o general Mourato Nunes, foi acusado de cinco crimes, nomeadamente fraude na obtenção de subsídio e abuso de poder. Também o ex-secretário de Estado José Artur Neves foi acusado, neste caso de dois crimes.
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