O Banco Português de Fomento (BPF) gastou seis milhões de euros em ajustes diretos desde que foi fundado, em 2020, noticia o jornal “Público”, na edição deste domingo, 10 de julho.
Em 23 meses, o BPF contratou externamente o fornecimento de 8,8 milhões de euros em bens e serviços, sendo que celebrou 73 contratos de ajuste direto, no valor de seis milhões de euros.
“O grupo Marsh McLennan, dono das consultoras Oliver Wyman e Mercer, foi o que mais faturou com estes procedimentos sem concurso”, refere o jornal.
O BPF tem como missão “apoiar o desenvolvimento económico e social de Portugal, através da criação e disponibilização de soluções inovadoras, competitivas e adequadas às necessidades e desafios do ecossistema empresarial, potenciando a capacidade empreendedora, o investimento e a criação de emprego, e promovendo a sustentabilidade e a coesão económica, social e territorial do país”.
A instituição promove projetos de investimento enquadráveis nas quatro janelas do InvestEU – infraestruturas sustentáveis, investigação, inovação e digitalização, PME e investimento social –, disponibilizando “soluções de financiamento, nomeadamente por dívida, em condições de preço e prazo adequadas à fase de desenvolvimento de empresas e projetos”.
A Oliver Wyman foi contratada para ajudar a desenhar os instrumentos de capitalização disponibilizados às empresas.
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