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Wall Street abre em queda com o aumento dos casos de coronavírus

Os índices de Wall Street começaram o último dia de janeiro em território negativo, à medida que os investidores continuam a reagir às preocupações com o impacto do surto de coronavírus na economia global.
31 Janeiro 2020, 15h44

Os mercados mantêm-se expectantes com o evoluir da difusão do coronavírus. Os casos confirmados com coronavírus na China subiram para 9.809 infetados, mais 213 mortos.

O surto terá tido início num morcego que infetou outro animal que, por sua vez, infetou depois um humano. A infeção terá tido lugar no mercado de Huanan na cidade chinesa de Wuhan, onde animais domésticos e selvagens vivos estão à venda.

Os índices de Wall Street começaram o último dia de janeiro em território negativo, à medida que os investidores continuam a reagir às preocupações com o impacto do surto de coronavírus na economia global. Até o momento, o Dow Jones Industrial Average cai 1,06% para 28.554,11 pontos, enquanto o S&P desliza 0,57% para 3.265 pontos e o Nasdaq Composite cai 0,66% para 9.237,6 pontos.

Os mercados estão também a digerir os indicadores económicos mais recentes, nomeadamente o PIB dos EUA referente ao último trimestre de 2019, tendo a economia americana crescido 2,10% nesse período, ligeiramente acima dos 2% previstos.
O consumo ficou um pouco aquém do estimado, registando um incremento de 1,80% face aos 2% antecipados.

Em relação a resultados de empresas as ações da Amazon.com sobem 9,40%, depois de ter divulgado um lucro por ação trimestral de 6,47 dólares (versus os 4,03 dólares estimados). A empresa apresentou ainda perspetivas animadoras para o 1º trimestre do ano, com receitas entre os 69 mil milhões de dólares e os 73 mil milhões de dólares.

As ações das empresas de energia continuam a ter um desempenho fraco devido à queda dos preços do petróleo.

O crude West Texas cai 0,75% para 51,75 dólares.

 


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