A correção expressiva continua na NYSE, após as bolsas em Wall Street terem fechado ontem em mínimos da sessão naquela que foi a pior da história do Dow Jones ao recuar quase 1.200 pontos.
O Dow Jones tomba 3,18% na primeira hora de negociação, valendo 24.948,43 pontos; o S&P 500 desliza -3,45% para 2.876 pontos e o Nasdaq perde 2,41% para 8.359,7 pontos.
Devido à propagação do coronavírus para diversos países fora da China a Moody’s duplicou a probabilidade (20% para 40%) de o surto se tornar uma pandemia. Caso a epidemia alastre à escala global e afete um número significativo de pessoas em todo o mundo, a agência de rating reitera que esse cenário poderia resultar numa recessão global durante o 1.ª metade do ano, destacou o analista da Mtrader (BCP), Ramiro Loureiro.
A contagem de casos da Coreia do Sul continuou a aumentar a uma taxa mais acentuada do que a da China, tendo a Hyundai anunciado a suspensão da produção numa das suas fábricas depois de um trabalhador acusar infeção pelo vírus, diz a Bloomberg.
Todos estes efeitos têm levado a especulações sobre a possibilidade de corte de taxas que a acontecer ocorrerá a 18 de março, refere a agência.
O crude West Texas cai 4,71% para 44,87 dólares. Já o Brent em Londres perde 3,10% para 50,56 dólares.
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