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Fertagus e Sulfertagus acionam plano de contingência e desinfeção diária

“Para além da rigorosa higiene e limpeza de rotina dos nossos comboios, estações e espaços de trabalho, foram tomadas medidas junto dos prestadores de serviços, no sentido de garantirem os respetivos planos de contingência”, indica a operadora dos comboios que liga as duas margens do Tejo. 
16 Março 2020, 17h05

A Fertagus, que liga Setúbal a Lisboa, também está a proceder a medidas de proteção face ao novo coronavírus Covid-19, que já registou 331 pessoas infetadas em Portugal.

Responsável pelo transporte diário de 98 mil utilizadores e com 183 colaboradores, a Fertagus elaborou um plano de contingência, onde prevê os procedimentos que estão a decorrer, nomeadamente a desinfeção diária dos comboios e estações.

“Para além da rigorosa higiene e limpeza de rotina dos nossos comboios, estações e espaços de trabalho, foram tomadas medidas junto dos prestadores de serviços, no sentido de garantirem os respetivos planos de contingência”, indica a operadora dos comboios que liga as duas margens do Tejo.

“As equipas da Fertagus estão preparadas nos procedimentos de abordagem e tratamento de casos suspeitos de doença infetocontagiosa nas estações ou a bordo do comboio e dispõem em todas as estações dos equipamentos de proteção necessários para o efeito”, garante a empresa em comunicado exposto no site para os clientes.

Além destas medidas, a Fertagus aponta que as medidas recomendadas pela Direção-Geral da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde também deve ser tidas em consideração por todos, nomeadamente a lavagem das mãos, e e necessidade de tossir ou espirrar para o braço, de forma a evitar o contágio de outros nas estações ou carruagens.

Também a Sulfertagus, que realiza viagens pelos bairros da margem sul do Tejo com ligação às estações, já acionou o plano de contingência. À semelhança do transporte de autocarros em Lisboa, a Sulfertagus também está a realizar entradas e saídas pela porta traseira do autocarro.

Os autocarros também não estão a vender os títulos de transporte a bordo e o posto do motorista está isolado através de uma fita delimitadora e as validações dos títulos de transporte deixam de ser obrigatórias, ainda que este deve ser válido.


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