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Catarina Martins pede “apoio às empresas com contrapartidas claras e fiscalização”

“O desemprego cresce em consequência da crise, mas também pelo abuso de quem ganha com a crise. Este é o momento de prioridades claras para defender quem vive do seu trabalho”, escreveu Catarina Martins na sua conta da rede social Twitter.
25 Agosto 2020, 13h05

A coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, utilizou a sua conta da rede social Twitter, para comentar esta terça-feira, 25 de agosto, as notícias sobre o número de trabalhadores precários e do desemprego, pedindo “apoio às empresas com contrapartidas claras e fiscalização”.

 

Sobre a subida do desemprego, a líder do Bloco de Esquerda já tinha apontado, a 20 de agosto, que os números do desemprego em Portugal “não são, infelizmente, uma surpresa”, dada a crise económica que se está a viver por causa da pandemia da covid-19.

“Consideramos também que o país deve ter mecanismos mais fortes para apoiar quem perdeu o emprego e quem perdeu o seu rendimento”, apontou Catarina Martins.

Depois do  Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) ter divulgado um aumento de 37% no número de inscritos nos centros de emprego em julho, na segunda-feira, 24 de agosto, o “Jornal de Negócios“, tendo em consideração os dados do IEFP, avançou com a notícia que 47 mil trabalhadores com contrato foram despedidos em cinco meses, algo que representa um aumento de 123% no desemprego em comparação com o ano de 2019. A estes trabalhadores juntam-se outros 136 mil que estiveram em situação precária.


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