A não renovação de contratos a termo na TAP visou 1.463 trabalhadores até 30 de novembro, segundo informação prestada ao Jornal Económico (JE) por fontes conhecedoras da empresa e do Plano de Restruturação apresentado a 10 de dezembro à Comissão Europeia, sendo o número de saídas um dos fatores que mais contribuíram para reduzir os custos da folha salarial do Grupo TAP, fundamental para ajustar uma menor dimensão da empresa aos apoios estatais que obterá até ao final do ano – os 1,2 mil milhões de euros. Somados aos 2.000 trabalhadores do quadro que vão sair do Grupo TAP, segundo o Plano de Restruturação, o número total de saídas chegará aos 3.500 trabalhadores.
Grosso modo, terá de ajustar os seus custos à redução previsível de receitas “de 60% em 2021 e 40% em 2022, e a uma quebra de operação de 50% em 2021 e de 30% em 2022”, sendo os níveis de 2019 “só recuperados em 2025, mesmo com a vacina a começar a ser ministrada no início de 2021”, referem as fontes comentando a informação constante no Plano de Restruturação.
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