A transição energética não depende apenas de produzir mais energia renovável. Depende também da capacidade de a armazenar, gerir e disponibilizar no momento certo.
Nova unidade beneficiou de investimento de cerca de um milhão de euros no último ano e vai contribuir para as metas nacionais e europeias de descarbonização e circularidade.
Nesta reorganização geopolítica das potências globais, amplamente determinada pelo acesso à energia e a recursos estratégicos, a Europa perdeu grande parte da sua capacidade de ação.
A flexibilidade do consumo é um dos pilares dos sistemas elétricos modernos, não apenas por razões ambientais e de segurança do abastecimento, mas também por configurar um fator de competitividade para as empresas.
Portugal tem ainda muito por fazer, sobretudo no reforço da infraestrutura e na modernização da rede, mas já conquistou algo mais importante: uma visão coletiva.