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Finanças

Contas do Estado. Uma viagem sem travões às multas do passado

O Estado arrecadou mais dinheiro com multas em 2025, mas este até foi um dos anos que menos contribuíram para as contas públicas na última década. Este artigo integra a rubrica Visão Periférica, que dá ainda umas voltas por multas de outros tempos.
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Quase metade dos portugueses não crê que a Segurança Social consiga garantir as pensões no futuro

Almerinda Romeira 15 mai 2026
O Barómetro Doutor Finanças – Preparação da Reforma revela que 47% dos portugueses não acreditam que a Segurança Social consiga garantir o pagamento de pensões no futuro, e 55% consideram que a pensão pública não será suficiente para manter o nível de vida. Estudo realizado em parceria com a Católica é divulgado esta sexta-feira, 15, Dia Mundial da Família.

Contas públicas. O meu RAP é melhor que o teu

A leitura dos relatórios anuais de progresso (RAP) enviados pelos estados-membros a Bruxelas permitem concluir que Portugal fica bem colocado em vários rankings sobre as perspetivas para este ano. Este artigo integra a rubrica Visão Periférica.

Economistas apontam falha nos argumentos para nova taxa sobre lucros extraordinários

O Governo vai avançar em “breve” com a taxa sobre lucros extraordinários. Medida foi criticada por Montenegro em 2022. Miranda Sarmento explica diferenças, mas economistas contactados pelo Jornal Económico veem “motivações políticas”.

Governo avança “em breve” com taxa sobre lucros extraordinários de energéticas

O ministro das Finanças vai propor à Assembleia da República a adoção de uma medida semelhante à que foi aplicada no contexto da guerra da Ucrânia — e que Luís Montenegro classificou então como “demagógica”. Na altura, a distribuição foi incluída, possibilidade que Joaquim Miranda Sarmento não descarta.

Ministro espera que dívida caia ainda mais do que indicou há três dias a Bruxelas

Miranda Sarmento aponta agora para 85% ou 86% do PIB, depois de ter apontado para 87,5% no documento enviado à Comissão Europeia. O ministro afirmou ainda que o Governo vai “tomar as medidas necessárias” para pôr em marcha o novo imposto sobre os lucros das energéticas. E não descarta que o Governo tente ir mais longe nos descontos do ISP se a situação no Médio Oriente se agravar.
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