Após polémica, tese do primeiro ministro de Espanha já está online

A tese de doutoramento Pedro Sánchez foi tornada pública na plataforma “Teseo”, do Ministério da Educação espanhol, na sequência de dúvidas sobre plágio. O programa de software Turnitin, utilizado na Universidade de Oxford, atestou a originalidade do documento.

A tese de doutoramento do primeiro ministro espanhol já está disponível para consulta na base de dados “Teseo”, do Ministério de Educação, Cultura e Desporto de Espanha. O trabalho de Pedro Sánchez foi tornado público na sequência de dúvidas sobre plágio levantadas pela oposição e pelos media locais.

Intitulada “Innovaciones de la diplomacia económica española: Análisis del sector publico (2000-2012)” (“Inovações da diplomacia económica espanhola: Análise do setor público”), a tese do chefe do executivo madrileno foi apresentada na Universidade Camilo José Cela e debruça-se sobre as inovações que os vários níveis do setor público lideraram no terreno da diplomacia económica do país.

Após ter sido divulgada, os programas de software Turnitin, utilizado na Universidade de Oxford, e o PlagScan, confirmaram a originalidade da investigação de Pedro Sánchez.

Recomendadas

Sucessora de Angela Merkel ‘implora’ aos britânicos que permaneçam na União Europeia

Annegret Kramp-Karrenbauer, a nova líder do partido de Angela Merkel, é apenas uma das muitas personalidades públicas alemãs que se têm envolvido numa campanha para dissuadir os britânicos de abandonarem a Europa que fica do lado de cá do canal da Mancha.

Segundo encontro entre Trump e o líder da Coreia do Norte mais perto de acontecer

Um segundo encontro com Trump parece ser algo ambicionado por Kim Jong-un, que terá afirmado num discurso de ano novo que estaria disposto a encontrar com o presidente dos EUA “a qualquer momento”.

Governo britânico prevê que segundo referendo do Brexit demoraria um ano a organizar

A primeira-ministra britânica vai apresentar um plano B para o Brexit na próxima semana. O debate e votação sobre o plano irá ter lugar no Parlamento britânico a 29 de janeiro.
Comentários