Há uma nova Síria a erguer-se dos escombros deixados por quase duas décadas e meia de governos liderados por Bashar al-Assad, entretanto refugiado em Moscovo. Neste contexto, é importante perceber-se o que está a fazer o resto do mundo – União Europeia incluída – para patrocinar esse regresso. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.