PremiumCEO da mytaxi: “Taxistas fazem trabalho fantástico, mas estão mal representados”

CEO da mytaxi esteve em Lisboa para lançar a nova marca de trotinetes elétricas da empresa alemã e aproveitou para falar sobre o seu core business. “Se não consigo ser competitivo, não posso concorrer”, diz ao Jornal Económico.

São cada vez mais as opções de mobilidade disponíveis em Lisboa. Na semana em que a mytaxi lançou o seu projeto piloto de trotinetes eléctricas na capital, e quando o vereador Miguel Gaspar, com o pelouro da mobilidade, revelou existirem 13 empresas com serviço e-scooters interessadas em operar na cidade, o Jornal Económico falou com o CEO da operadora alemã, Eckart Diepenhorst.

A mytaxi lançou esta semana o projeto piloto hive, em Lisboa. Porquê Lisboa e porquê a necessidade de criar uma nova marca?

Decidimos avançar com este projeto há três meses. Sabendo que não temos assim tanta experiência neste serviço de e-scooters, pensámos em entrar num mercado onde já estivéssemos inseridos, onde existisse já uma relação com a cidade. Encontrámos-nos com o Executivo de Lisboa, que nos recebeu com mente aberta e nos encorajou neste projeto, fazendo de Lisboa a nossa escolha final, porque foi a melhor abordagem que estabelecemos. Uma nova marca porque este é um projeto piloto. Nós fomos muito humildes ao admitir que queremos fazer isto, mas precisamos de aprender como. Contudo, estávamos muito confiantes na nossa força, tendo em conta os recursos e a experiência que já tínhamos na relação que estabelecemos com a cidade. Para prosperar temos de ter a capacidade de avançar para um mercado onde a mytaxi não está presente.

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