Confeitaria aposta em três conceitos em 2019

Só no primeiro semestre de 2019, a empresa prevê investir 350 mil euros. Os projetos passam pela produção de produtos sem glúten e lactose, pelo “catering” e por um espaço com oferta de “snacks”.

Partiu de Guimarães há oito anos em direção à Madeira, em busca de mudança. Chama-se César Cunha, é diretor-geral (CEO) da Confeitaria, um projeto que inaugurou em 2014. Emprega atualmente 58 colaboradores e quer chegar a perto de 80 em 2019. Para o próximo ano estão prometidas mais três novidades para este grupo empresarial que já é uma das grandes referências na área da pastelaria e padaria.

“Depois de passar três anos na Madeira decidi que era altura de dar um passo em frente. Nessa altura poderia ter saído da Região Autónoma. Verifiquei que existia a possibilidade de implementar um conceito e ter sucesso”, explica César Cunha, sobre o motivo que o levou a abrir a Confeitaria.

O nome Confeitaria surgiu a partir das antigas confeitarias, conta César Cunha, mas com um ligeiro twist.

“Quis trazer esses produtos das confeitarias antigas e dar-lhes uma nova roupagem”, recorda o CEO do grupo empresarial sobre o conceito que quis desenvolver na Madeira ligado à pastelaria e padaria.

A abertura de um espaço na zona do Casino da Madeira, em 2014, foi apenas o começar de um ritmo que se tem revelado intenso, e colocado a Confeitaria no mapa empresarial no setor em que opera.

Em 2019 não está prevista a abertura de nenhuma loja, com a marca Confeitaria, mas César Cunha diz que o investimento do grupo vai continuar através de três projetos.

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