De todos os artistas que eternizaram a Capela Sistina, incluindo grandes nomes como Rosselli, Ghirlandaio e Botticelli, Miguel Ângelo e o seu “Juízo Final” destacam-se. Agora ainda mais, findo o restauro que lhe devolveu todo o esplendor.
Nilo, Danúbio, Níger, Mississípi, Ganges, Yangtzé e Tamisa. Sete “personagens”, ou melhor, sete narradores de uma história mundial comum e conflituosa. Pela pena da reputada historiadora britânica dos rios, da água e do ambiente, Vanessa Taylor.
O talento de Martin Parr está na síntese que cada fotografia faz do seu olhar implacável sobre o mundo e sobre os excessos do ser humano, em particular. E fá-lo de forma acutilante, com muito humor e sentido crítico. Até 24 de maio, o Jeu de Paume, em Paris, rende-se ao olhar do fotógrafo britânico.
O protagonista de qualquer menu tradicional português – e até conversa sobre gastronomia – é servido no Chico Esperto nas suas várias variações populares. Uma, porém, está ausente da carta, num convite à descoberta de uma criação original do Chef Bruno Lopes: a Raia de Cura Portuguesa à Gomes de Sá.
“Arte & Moda”. Curiosamente, é este o título despojado e certeiro com que a nova exposição da Fundação Gulbenkian se anuncia. Reflete uma tendência que tem vindo a afirmar-se e que, em 2026, se espraia por diversos museus de referência. A moda que não vive sem a Arte, os designers que nela se inspiram, as criações que mostram o que somos enquanto seres culturais.