Um estudo apresentado durante a conferência “A UGT e os desafios do futuro” definiu a maioria das características dos funcionários em teletrabalho e entre estas está a idade.
Paulo Pedroso, consultor, apresentou o estudo sobre teletrabalho, onde 84,8% dos inquiridos já tiveram experiência de teletrabalho. Segundo o estudo “pessoas com 18 e 24 anos têm sete vezes mais probabilidade de ficar em teletrabalho”
O teletrabalho é também um “fenómeno para trabalhadores com habilitações superiores e secundárias. Trabalhadores mais jovens e os de mais de 55 não tiveram tanto teletrabalho. Também é comum quadros médios e superiores, profissões técnicas cientificas e do sector terciário”.
Paulo Pedroso referiu que “70% dos trabalhadores com trabalhos intelectuais estiveram em teletrabalho” e que “53,8% avaliou como positiva a experiência de teletrabalho”.
Além disso, o teletrabalho foi caracterizado por um certo controlo por parte da empresa, onde “81% teve reuniões regulares com as chefias” e 71% dos inquiridos contou com a criação de canais de comunicação”.
Sobre quem voltaria para este regime, na verdade a maioria gostaria de “continuar num sistema hibrido”, apesar da grande maioria admitir que o teletrabalho “gera disponibilidade excessiva”.
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