[weglot_switcher]

Pessoas com 18 e 24 anos têm sete vezes mais probabilidade de ficar em teletrabalho

O teletrabalho é também um “fenómeno para trabalhadores com habilitações superiores e secundárias”.
28 Março 2023, 15h56

Um estudo apresentado durante a conferência “A UGT e os desafios do futuro” definiu a maioria das características dos funcionários em teletrabalho e entre estas está a idade.

Paulo Pedroso, consultor, apresentou o estudo sobre teletrabalho, onde 84,8% dos inquiridos já tiveram experiência de teletrabalho. Segundo o estudo “pessoas com 18 e 24 anos têm sete vezes mais probabilidade de ficar em teletrabalho”

O teletrabalho é também um “fenómeno para trabalhadores com habilitações superiores e secundárias. Trabalhadores mais jovens e os de mais de 55 não tiveram tanto teletrabalho. Também é comum quadros médios e superiores, profissões técnicas cientificas e do sector terciário”.

Paulo Pedroso referiu que “70% dos trabalhadores com trabalhos intelectuais estiveram em teletrabalho” e que “53,8% avaliou como positiva a experiência de teletrabalho”.

Além disso, o teletrabalho foi caracterizado por um certo controlo por parte da empresa, onde “81% teve reuniões regulares com as chefias” e 71% dos inquiridos contou com a criação de canais de comunicação”.

Sobre quem voltaria para este regime, na verdade a maioria gostaria de “continuar num sistema hibrido”, apesar da grande maioria admitir que o teletrabalho “gera disponibilidade excessiva”.

 


Copyright © Jornal Económico. Todos os direitos reservados.