[weglot_switcher]

Marcelo mantém Governo de Costa e inicia nova coabitação

Chefe de Estado afastou para já a dissolução da Assembleia da República para não acrescentar “mais problemas” portugueses. Depois de pôr em causa “responsabilidade” e “credibilidade” do Governo, promete ser mais “interveniente”.
Marcelo
António Pedro Santos/Lusa
5 Maio 2023, 08h15

“Os portugueses dispensam esses sobressaltos”. Foi desta forma que o Presidente da República sinalizou, ontem, ao país que não vai dissolver o Parlamento na sequência da crise política provocada por um braço de ferro entre António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa com a recusa do primeiro-ministro em demitir o ministro das Infraestruturas. E avisou que vai estar “mais atento à responsabilidade política” e será mais “interveniente no dia a dia”.

Está, assim, dado o tiro de partida para uma nova coabitação institucional decorrente da crise política em Portugal provocada por um braço de ferro entre Marcelo e António Costa que contrariou a posição do Presidente da República quanto à exoneração de João Galamba. Uma divergência de fundo, diz o chefe de Estado, que não incide o sobre a “pessoa e as qualidades” de Galamba, mas sobre a responsabilidade, credibilidade e autoridade do ministro, Governo e do Estado.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

RELACIONADO

Copyright © Jornal Económico. Todos os direitos reservados.