Os Estados Unidos reabriram a embaixada nas Seychelles, ao fim de 27 anos sem presença diplomática nas ilhas, anunciaram na quinta-feira as autoridades norte-americanas.
A reabertura foi avançada pelo Departamento de Estado norte-americano, depois de ter indicado também planos para abrir uma missão diplomática no norte da Noruega.
A embaixada nas Seychelles faz parte de um esforço para contrariar a crescente influência da China na região do Indo-Pacífico.
Os EUA já estão a erguer uma embaixada nas Maldivas e abriram ou anunciaram planos para abrir outras representações diplomáticas no Pacífico, incluindo Ilhas Salomão, Tonga e Kiribati, de acordo com a agência de notícias Associated Press (AP).
A embaixada dos EUA em Victoria, capital das Seychelles, encerrou em 1996, como parte das medidas de redução de custos após o fim da Guerra Fria.
Os interesses norte-americanos no arquipélago com 115 ilhas, a cerca de 1.500 quilómetros a leste da África continental, eram tratados pelos diplomatas com base nas Maurícias.
“É o momento certo para elevar a relação para que juntos possamos enfrentar melhor os desafios partilhados e tirar partido de oportunidades mutuamente benéficas”, afirmou, em comunicado, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, citado pela AP.
“A nossa busca conjunta de paz, democracia e prosperidade será um farol em toda a África e na região do oceano Índico”, afirmou.
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