A inflação na Europa começa a dar sinais de abrandamento, com recuos nas suas principais economias e no bloco euro como um todo, dando algum alívio ao Banco Central Europeu (BCE) numa altura em que a quebra da atividade se torna mais evidente. As apostas numa pausa no ciclo de subidas de juros aumentam, embora a taxa real se mantenha ainda negativa.
A pressão nos preços na zona euro recuou para 6,1% em maio, de acordo com a estimativa rápida divulgada ontem, retomando a trajetória de descida interrompida na anterior leitura. Depois de subir de 6,9% em março para 7% em abril, o indicador voltou a abrandar, contando com um forte contributo da componente energética.
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