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Cabo Girão recebe novo recife artificial

O objectivo do recife artificial passa por ajudar a recuperar recursos piscícolas na área, potenciar o turismo de mergulho, e aumentar a biodiversidade. estão previstos decorrer ainda mais dois afundamentos, um no Caniço e outro entre Machico e a Ponta de São Lourenço.
4 Setembro 2018, 07h45

A partir desta terça-feira o Cabo Girão passa a contar com um novo recife artificial através do afundamento da corveta Afonso Cerqueira que começou a ser construída em 1973, e funcionou durante mais de 40 anos. A embarcação foi cedida à Madeira pela Marinha de Guerra de Portugal.

Com este recife artificial, no Parque Natural Marinho do Cabo Girão, a expectativa passa por recuperar recursos piscícolas na área, potenciar o turismo de mergulho, e aumentar a biodiversidade.

Outro dos objectivos passa ainda por o recife artificial servir como porto de abrigo e produção da vida marinha e ainda como um abrigo às larvas e juvenis de espécies comerciais.

O afundamento da corveta será feito através de para “garantir a rapidez e localização” da imersão numa operação com um custo calculado de 500 mil euros.

De referir que a Região Autónoma já assistiu a dois afundamentos. Ambos ocorreram no Porto Santo através do Madeirense, em 2000, e do Pereira D’Eça, em 2016.

Estão prevista decorrer mais dois afundamentos, um no Caniço, e outro entre Machico e a Ponta de São Lourenço, que visam também atrair actividades ligadas ao mergulho.

“O potencial destas atividades constitui um estímulo ao mercado turístico, resultando em efeitos positivos, decorrentes da criação de uma dinâmica de desenvolvimento local e regional”, refere o executivo.


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