A United Parcel Service (UPS) apresentou lucros de 2,8 mil milhões de dólares (2,56 mil milhões de euros) no segundo trimestre deste ano, uma quebra de 18,4% face ao resultado líquido registado no período homólogo.
John Bolla é o novo presidente UPS Healthcare
No que diz respeito às receitas consolidadas, a empresa aponta para uma descida de 10,9% em relação ao segundo trimestre do ano transato para 2,21 mil milhões de dólares (2,02 mil milhões de euros).
Passando ao lucro diluído por ação, a UPS aponta para 2,42 dólares (2,21 euros) por unidade, tendo o lucro diluído ajustado sido 22,8% inferior ao mesmo período do ano passado, fixando-se nos 2,54 dólares (2,32 euros).
“Estamos satisfeitos por termos chegado a um acordo com os Teamsters [Sindicato]. Quero agradecer aos mais de 500.000 trabalhadores da UPS em todo o mundo pelo seu trabalho árduo e pelos seus esforços, e por mais uma vez prestarem um serviço líder no sector. E um agradecimento especial aos nossos clientes por confiarem o seu negócio à UPS durante as nossas negociações laborais”, salintou afirmou Carol Tomé, directora executiva da UPS.
Nas palavras da dirigente, “a UPS está mais forte do que nunca”.
“Olhando para o futuro, vamos manter a nossa estratégia para captar o crescimento nas partes mais atrativas do mercado e tornar a nossa rede global integrada ainda mais eficiente”, continuou.
No que diz respeito ao segmento doméstico dos Estados Unidos, a receita da UPS caiu 6,9%, justificada com uma redução de 9,9% no volume médio diário, “parcialmente compensada por um aumento de 3,3% na receita por peça”.
Quanto à margem operacional, a empresa com sede sediada em Atlanta aponta para 11,1%, com a margem operacional ajustada a fixar-se em 11,7%.
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