O indicador de preços americano até subiu, mas menos do que o esperado e sobretudo devido a efeitos base. Na China multiplicam-se os sinais de fraqueza de uma economia em deflação.
As duas maiores economias mundiais reportaram esta semana os dados da inflação em julho e os cenários não poderiam ser mais diferentes: nos EUA, o indicador homólogo subiu pela primeira vez em 12 meses, embora abaixo do projetado, dando margem de manobra à Reserva Federal para pausar o ciclo agressivo de subidas dos juros; na China, confirmou-se a temida deflação, mais um sinal dos problemas económicos do país, com o consumo em queda e dúvidas sérias quanto ao realismo da previsão de Pequim para o crescimento este ano.
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