A Xiaomi viu o lucro líquido ajustado disparar 147% no segundo trimestre para 650 milhões de euros, mas desacelera face aos primeiros três meses do ano, quando atingiu 1,1 mil milhões. No que diz respeito à receita total, esta cresceu 13,2% no mesmo período, até aos 8,4 mil milhões de euros.
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Os dados foram divulgados nos resultados consolidados, não auditados, da tecnológica chinesa, que fabrica smartphones e outros equipamentos, onde se faz saber que foram várias as métricas de negócio da empresa que atingiram um valor histórico.
O principal negócio da marca é a venda de smartphones, que gerou receitas de 4,6 mil milhões de euros no período em análise, a beneficiar de um aumento de 1,6 pontos percentuais (p.p.) na quota de mercado global, para 12,9%.
Os valores respeitantes ao lucro líquido fazem deste o melhor trimestre desde o último de 2021, ao mesmo tempo que a margem de lucro bruto atingiu 21%, um valor máximo da empresa. A contribuir para estes dados estiveram as melhorias ao nível dos três segmentos de negócios, sendo eles smartphones, produtos de IoT e lifestyle e serviços de internet.
Em simultâneo, a Xiaomi conseguiu reduzir os custos em 2,3% no período em análise, face ao registado um ano antes, para um total de 1,3 mil milhões de euros. O inventário total também recuou, mas de forma muito mais substancial, na ordem de 33,5%, para um total de 5 mil milhões de euros, o valor mais baixo dos últimos dez semestres (desde o primeiro trimestre de 2021).
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