O prolongamento da linha verde do Metro de Lisboa, que levará à criação da única linha circular do metropolitano da capital, garantiu ‘luz verde’ para avançar por parte do Tribunal de Contas.
Nova linha circular do Metropolitano de Lisboa adiada para fevereiro de 2025
Em comunicado, o Metropolitano de Lisboa assegura que “o contrato para a ‘empreitada de conceção e construção dos acabamentos e sistemas no âmbito da concretização do Plano de Expansão – Prolongamento das linhas Amarela e Verde, extensão Rato/Cais do Sodré – do Metropolitano de Lisboa (lote 4)’, recebeu visto prévio por parte do Tribunal de Contas”.
Assim, o contrato assinado entre o Metro e às construtoras Zagope, Comsa, ACE, entra oficialmente em vigência. A expansão da linha circular vai custar 69,93 milhões de euros, um valor ao qual ainda acresce IVA.
“No âmbito deste contrato encontram-se compreendidos, trabalhos de acabamentos, incluindo alvenarias, revestimentos, serralharias, mobiliário, sinalética, redes hidráulicas, elétricas, de telecomunicações e de supervisão das instalações técnicas, redes de dados e de segurança, bem como os trabalhos de via-férrea, sistemas de bilhética, entre outros”, nota o Metro de Lisboa.
A empresa defende que os trabalhos incluindo no contrato são “necessariamente sequenciais às empreitadas em curso”, nomeadamente dos lotes 1 e 2, que envolvem a construção dos troços Rato/Santos e Santos/Cais do Sodré, e também ao lote 3, que prevê a concretização do plano de expansão do prolongamento das linhas Amarela e Verde, referente aos viadutos do Campo Grande.
Estes trabalhos, com um custo global aproximado de 70 milhões de euros, vão decorrer durante 603 dias, o que equivale a ano e meio.
O Metro de Lisboa lembra que este contrato do plano de expansão vai viabilizar a “criação de um anel envolvente na zona central da cidade de Lisboa”.
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