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Trabalho

Part-time desceu em 2025 e representou 8,1% do emprego total

João Barros 21 jul 2026
Além da descida nos contratos a tempo parcial, o subemprego neste regime (os trabalhadores com contratos a part-time apesar de mostrarem disponibilidade e vontade para laborarem mais horas) também caiu, ao passo que o emprego continuou a subir e a bater máximos.

Ministra do Trabalho admite regresso do pacote laboral 

Lígia Simões 15 jul 2026
Na agenda estava a monitorização do Acordo Tripartido de Valorização Salarial e Crescimento Económico, mas a reforma laboral acabou por marcar a primeira reunião após o chumbo da revisão da lei do trabalho. Ministra reitera que revisão desta legislação é” inevitável”, mantendo-se do lado dos patrões a pressão para o regresso desta reforma.

Contribuição por trabalhador estrangeiro para a Segurança Social cresceu 34% nos últimos dois anos

João Barros 03 jul 2026
O Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) fala em “resultados que traduzem um esforço para uma imigração regulada, que contribua de forma sustentada para o desenvolvimento do país” e destaca o saldo migratório positivo de 2025.

Ministra não quer pôr “carro à frente dos bois”, mas admite estudar capitalização de reformas

“O Governo não considera que seja uma reforma estrutural da Segurança Social”, disse a ministra do Trabalho no Parlamento, reiterando que o executivo não quer fazer alterações profundas. “São eventualmente medidas complementares”.

Américo Ramos declara-se novo líder da ADI, após congresso contestado pela direção do partido

O declarado V Congresso Extraordinário da ADI foi realizado à margem da direção do partido, com a cobertura exclusiva da Televisão Santomense (TVS). Na sexta-feira a direção da ADI, liderada por Patrice Trovoada pediu ao Tribunal Constitucional que proíba o primeiro-ministro são-tomense, Américo Ramos, e os seus apoiantes de realizar reuniões com militantes do partido.

Patrões não desistem da reforma laboral. CIP vai propor novo calendário de negociações

“Grande desapontamento” e “oportunidade perdida para o país”. Foram estas reações das confederações patronais ao chumbo no Parlamento do pacote laboral. A CIP promete voltar a insistir em mudanças na lei ainda antes do verão, na próxima reunião da Concertação Social. UGT já rejeitou a ideia.
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