[weglot_switcher]

CGTP defende ser preciso efetivar a igualdade remuneratória entre mulheres e homens

Segundo a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses “grande parte das mulheres continua a receber o salário mínimo nacional”.
18 Setembro 2023, 11h53

No dia em que se assinala o Dia Internacional da Igualdade Salarial instituído pela Assembleia Geral da ONU em 2020, a CGTP veio defender a igualdade remuneratória entre mulheres e homens.

Desigualdade salarial. Estado contraria recomendação da AR e esconde empresas multadas

“Apesar da consagração constitucional e do reconhecimento internacional da igualdade salarial entre mulheres e homens, a sua plena concretização está longe da sua efetivação”, diz a CGTP.

Segundo a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses “grande parte das mulheres continua a receber o salário mínimo nacional, são fustigadas com a subvalorização do seu trabalho e das suas qualificações e auferem retribuições, prestações sociais e pensões de reforma, mais baixas”.

“A verdade é que depois de a ACT ter notificado 1.540 empresas para eliminar as diferenças salariais entre homens e mulheres, a situação mantém-se e arrasta-se”, aponta a CGTP.

Para a Confederação dos trabalhadores portugueses “é inadmissível que as mulheres e os homens trabalhadores continuem a perder poder de compra, num quadro em que os lucros dos bancos e dos grandes grupos económicos continuam a crescer desmesuradamente”.

Como tal, a CGTP defende que para o “País avançar e a igualdade remuneratória se efetivar, os salários têm de aumentar”.


Copyright © Jornal Económico. Todos os direitos reservados.