São cada vez mais os executivos que acreditam que a Inteligência Artificial (IA) generativa é um risco para a segurança das organizações. Um estudo realizado pela Proofpoint e pela Exclusive Networks, conclui que são já 59% os executivos que partilham desta opinião e 73% pensam que a sua organização está em risco de sofrer um ciberataque.
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Apesar destes receios cerca de 73% dos executivos reconhece que a cibersegurança é uma prioridade, tendo sido admitido que 70% já realizou investimentos adequados em cibersegurança e 84% afirmou que vai aumentar o seu orçamento para esta área nos próximos 12 meses.
De entre todos os tipos de ameaça digital, o malware foi indicado por 40% dos inquiridos como a principal preocupação, seguido das ameaças internas e do compromisso de contas na cloud.
Cerca de 72% manifestaram preocupações com a responsabilidade após um incidente de cibersegurança na sua própria organização.
Ryan Witt, vice-presidente de soluções industriais da Proofpoint, afirma que “é evidente que está em curso uma corrida pela superioridade da IA, até porque não nos podemos esquecer que os cibercriminosos também estão a tirar partido da IA generativa para lançar ciberataques”. No entanto o vice-presidente salienta que “sem a ajuda da IA, será extremamente difícil detetar esses ataques. A maioria desses ataques basear-se-á no mesmo tipo de táticas e técnicas de engenharia social que os cibercriminosos utilizaram com sucesso no passado, mas, para além de serem mais bem elaboradas com a ajuda da IA, também aumentarão de volume à medida que o tempo de criação e lançamento é reduzidos para apenas alguns minutos”.
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