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Conflito no Médio Oriente impulsiona a indústria da guerra em bolsa

Os investidores estão a ganhar confiança nas cotadas ligadas a armas e munições, depois do ataque do Hamas em Israel, a que se seguiu a promessa daquele Estado judaico de que será dada uma resposta.
Lusa
10 Outubro 2023, 12h23

O ataque do movimento islâmico Hamas a Israel trouxe de volta aos holofotes o conflito israelo-palestiniano e deixa antever a possibilidade de o conflito escalar e até envolver outros países na região. Nesse sentido, saem a ganhar as empresas ligadas à indústria da guerra e é isso que se sente entre os investidores na bolsa.

Ataques contra Israel lançam o caos no petróleo e gás

Apesar do dia de ontem ter sido amplamente negativo nos mercados de ações, o índice S&P Aerospace & Defense, que também conta com cotadas que operam na aviação comercial, por exemplo, avançou mais de 4% desde que a ofensiva que teve início.

No que diz respeito àquelas que fazem parte da indústria do armamento militar e bélico, variam entre subidas de 4% e disparos que chegam aos 11,7%. De recordar que variações semelhantes foram observadas quando teve início a invasão russa da Ucrânia, em fevereiro do ano passado.

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