A maioria dos europeus pretende que existam restrições governamentais à inteligência artificial (IA) de forma a mitigar os impactos da tecnologia na segurança do emprego, segundo revela um estudo da universidade IE de Espanha.
De acordo com o estudo, de uma amostra de três mil europeus, cerca de 68% pretende que os seus governos introduzam regras para salvaguardar os empregos do nível crescente de automatização de que a IA tem provocado. No ano passado apenas 58% dos inquiridos considerava necessário haver algum tipo de regulamentação para a IA.
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O relatório foi feito pelo centro para a governação da mudança da universidade IE, uma instituição de pesquisa avança que se dedica a melhorar a compreensão, antecipação e gestão da inovação.
A Estónia é o país que se destaca na Europa, por ter registado uma diminuição da opinião em relação ao ano passado. Neste país apenas 35% da população quer que o Governo imponha algum tipo de limite à IA.
No entanto, na maioria da Europa as pessoas são favoráveis à regulamentação da IA pelos governos para conter o risco da perda de empregos.
“O sentimento público tem aumentado em relação à aceitação da regulamentação da IA, especialmente devido aos recentes lançamentos de produtos generativos de IA, como o ChatGPT e outros”, afirmou Ikhlaq Sidhu, reitor da IE School of SciTech da IE University.
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