Numa entrevista por escrito ao Jornal Económico, na semana em que o consórcio de quadros por si liderado – que conta com Cristiano Ronaldo entre os investidores – concretizou a compra da Cofina Media, Luís Santana fala dos planos para o futuro. O novo CEO da Cofina Media diz que a empresa está aberta a novas oportunidades no digital e nos audiovisuais e afasta mexidas significativas na estrutura no futuro próximo, apesar dos muitos desafios do sector.
A vossa proposta foi a escolhida pelos acionistas da Cofina. Acredita que o desfecho poderia ter sido diferente se a Media Capital tivesse demonstrado abertura para refletir na sua proposta uma fatia maior das sinergias que alcançaria com a fusão entre a Cofina Media e a TVI/CNN?
Entendemos que a nossa proposta era, desde o início, a que melhor e que mais garantias oferecia do ponto de vista da continuidade de um projeto jornalístico independente, economicamente saudável e com uma missão relevante na sociedade portuguesa. Naturalmente, procuramos fazer acompanhar esta garantia de uma proposta financeira que remunerasse de forma justa os acionistas da Cofina. Relativamente à proposta concorrente, entendemos a questão das sinergias, mas não nos compete estar a comentar essa mesma proposta, que na verdade não conhecemos para além dos elementos tornados públicos.
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