A empresa norte-americana Lime fechou uma nova ronda de investimento (‘series D’), no valor de 310 milhões de dólares (cerca de 273 milhões de euros), oriunda de investidores ‘da casa’ e outros novos, entre os quais estão as sociedades de capital de risco Andreessen Horowitze e Bain Capital, a gestora de investimentos Fidelity, o braço de investimento em venture capital da Alphabet (Google Ventures) e a Institutional Venture Partners.
Com o montante arrecadado, a empresa de partilha de trotinetes, bicicletas e scooters totaliza 777 milhões de dólares (aproximadamente 685 milhões de euros) em financiamentos desde que foi criada, em 2016. Na ronda do passado mês de julho, anunciada pouco depois da concorrente Bird, também a Uber esteve envolvida.
A Lime, que passa a estar avaliada em 2,4 mil milhões de dólares (perto de 2,1 mil milhões de euros), adiantou esta quinta-feira que utilizará o reforço nos cofres para expandir para novos mercados, desenvolver a tecnologia da plataforma, consolidar a equipa e avaliar outras oportunidades de negócio (sem revelar para que segmentos ou veículos estará a olhar).
A dona da Google, a Coat, a Fifth Wall, a GGV Capital, bem como a GIC de Singapura reforçaram a sua posição nesta ronda. Já a FJ Labs, a Bling Capital, a GSV Capital, a GR Capital e a St. Augustine Partners juntaram-se ao leque de investidores. O motivo? A importância micromobilidade, alega a empresa recém-financiada.
“A micromobilidade é um setor em rápido crescimento que veio para ficar. Gradualmente, as trotinetes têm integrado o quotidiano das pessoas e a sua forma de viver as cidades. Em 18 meses, a nossa comunidade de utilizadores registou um crescimento superior ao registado por toda a indústria de ride-hail num período de dois anos”, afirma o CEO e cofundador da Lime, Toby Sun.
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