Luísa Cunha foi uma das artistas mais singulares e inovadoras do contexto artístico português. Uma carreira a dar voz à escultura, distinguida com o Grande Prémio Fundação EDP Arte em 2021 e o Prémio AICA 2022. Morreu aos 77 anos.
O que é o Museu Nacional de Arte Contemporânea? Eis a resposta em três palavras:“contemporâneo desde 1911”. São mais de 6.000 obras, entre pintura, escultura e novos suportes visuais, desde 1850 até à atualidade. Um museu aberto e plural, diz-nos Filipa Oliveira, diretora do MNAC.
Depois de Salvador, Rio de Janeiro e Amesterdão, “Um Julgamento, depois do Inimigo do Povo”, chega a Lisboa. Wagner Moura enche o palco, transformado em tribunal. Entre verdade e ‘fake news’, onde fica o imperativo moral? “A verdade acabou e isso me assusta”, diz Wagner.
Vhils, Gabriela Albergaria, Armanda Duarte, Carlos Bunga e Susanne Themlitz são alguns dos muitos artistas representados pela galeria lisboeta. Vera Cortês olha para a frente e realça “a amizade, o respeito e a generosidade” com que aqueles receberam a notícia de encerramento, em dezembro deste ano.
A crença é que Paula Amorim recebeu tudo de bandeja por ser a filha de Américo Amorim, mas a herdeira trabalhou para manter o império do progenitor vivo e construir o seu. Empresária lidera o ranking das mulheres portuguesas mais poderosas nos negócios.
Tiago Mogadouro ocupava desde 2021 o cargo de head of marketing do museu, tendo estado diretamente envolvido nas campanhas de lançamento de figuras de personalidades e novas áreas de atração daquele espaço cultural que representaram um investimento de dezenas de milhões de dólares.