A requalificação da Praça de Espanha, em Lisboa, irá custar seis milhões de euros. Este é o valor base da proposta que foi apresentada na manhã desta segunda-feira, na Fundação Calouste Gulbenkian.
Dos nove projetos que concorreram para as obras da ‘nova’ Praça de Espanha, a escolha acabou por recair no atelier NPK – Arquitectos Paisagísticos Associados com “Os Caminhos da Água” que pretende “recuperar o riacho do Pêgo, a Praça Central e a Praça da Água, bem como a criação um espaço contínuo que ligará a Avenida Duque d’ Avila, o Jardim da Gulbenkian até à Praça de Espanha”.
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Esta proposta prevê também a reconfiguração viária daquele espaço deixando de existir a atual rotunda onde se encontra o Arco de São Bento.
O parque terá “um número muito significativo de árvores”, zonas de “clareiras de fruição”, parques infantis, esplanadas, quiosques e a “recuperação da água como elemento central” afirmou o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, referindo que este projeto vai “permitir uma melhor vivência para todas aqueles pessoas que vão poder atravessar a pé a Praça de Espanha, utilizando uma ponte pedonal” que a ligará à Fundação Calouste Gulbenkian.
A presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, Isabel Mota, anunciou também que será lançado “em breve um concurso de ideias para a extensão do Parque Gulbenkian para o seu vértice sul”, que deverá estar concluída “pouco tempo depois do Parque Urbano da Praça de Espanha”.
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