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Reembolso de subsídio de mobilidade do Porto Santo com atrasos de dois meses, denuncia Mais Porto Santo

O movimento diz que o Governo regional no combate obsessivo com a República tem reivindicado a alteração do subsídio de mobilidade mas que depois esquece-se dos reembolsos referentes ao Porto Santo.
13 Fevereiro 2019, 13h02

O movimento Mais Porto Santo diz que em alguns casos o reembolso do subsídio de mobilidade do Porto Santo tem sido pago com quase dois meses de atraso.

“Lamentavelmente, o Governo Regional, no combate obsessivo com o Governo da República, apenas tem exigido e reivindicado a alteração ao subsídio de mobilidade para as viagens entre a Madeira e o continente português, esquecendo-se que os reembolsos do subsídio social de mobilidade destinados aos residentes da Madeira que se desloquem ao Porto Santo (de barco ou avião) estão cada vez mais atrasados”, diz José António Castro, vereador do Mais Porto Santo.

O vereador defende que os reembolsos do subsídio de mobilidade têm de começar a ser pagos logo após as viagens e que este subsídio deve vigorar o ano inteiro. José António Castro lembra que em 2016 o subsídio era pago no espaço de uma semana, mas que com o decorrer do tempo “começaram a ser pagos cada vez” mais tarde.

“Há residentes na Madeira que se deslocaram em Dezembro do ano passado ao Porto Santo e que ainda não receberam os respetivos reembolsos”, afirma o vereador. José António Castro critica ainda a burocracia exagerada do subsídio bem como o tempo que demora a receber 25 euros.

O vereador denuncia ainda o atentado à dignidade dos habitantes do Porto Santo provocado pelo preços das viagens.

“Com a atualização de preços promovida pelo operador que detém a concessão da linha ferry, no Verão, uma viagem marítima entre a Madeira e o Porto Santo custa aos residentes 58,10 euros, enquanto uma viagem aérea entre o Funchal e Lisboa ou Porto tem um custo de 86 euros”, diz. Esta diferença de preços provoca uma “clara influência na sustentabilidade” da Ilha, acrescenta o vereador.


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