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“Trump não nos desilude: os EUA estão omnipresentes em todos os cenários”. Veja “A Arte da Guerra”

Do calor da Venezuela ao frio da Gronelândia e tudo o que daí possa verter para a guerra na Ucrânia. Estes e outros tópicos merecem a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa na edição desta semana.
8 Janeiro 2026, 11h00

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A começar na Venezuela; os Estados Unidos dão mostras de que a sua nova estratégia de segurança não é letra morta num qualquer documento emanado da Casa Branca. O regresso em força da Doutrina Monroe não é uma promessa: é uma certeza a que os países da América do Sul são ‘convidados’ a aderir com todas as suas capacidades, por muito que isso queira dizer submissão à vontade soberana do ‘grande irmão’ do norte. Cuba, Colômbia, México e Brasil que se cuidem!
A continuar na Gronelândia; será ali, naquela ilha tão próxima do Canadá (o 51º Estado dos EUA?) que os Estados Unidos colocam o limite oriental do Hemisfério Ocidental, deixando de fora o resto da Europa. Será 2026 o ano da morte da NATO – no caso de ela ainda estar viva?  Já se ouvem os primeiros acordes do Réquiem pela morte da aliança EUA-Europa. Ou já estaremos no segundo andamento?E a acabar na Ucrânia; a grotesca declaração de Volodymyr Zelensky sobre a Venezuela vai ajudar a Ucrânia a manter-se à tona? E o que vale a ‘profissão de fé’ de gauleses e britânicos em enviar tropas para a linha de guerra, uma vez conseguido o cessar fogo? Moscovo alguma vez admitirá tal coisa? A resposta é ‘não’!

Tudo para ver no programa desta semana de A Arte da Guerra, com o embaixador Francisco Seixas da Costa e condução do jornalista António Freitas de Sousa.


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