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Kiabi vê lucros crescer 8% para 2,5 mil milhões em 2025

A retalhista francesa reforçou a sua presença internacional com a entrada em quatro novos mercados e a abertura de 43 novos estabelecimentos a nível global, atingindo um total de 648 lojas em 37 países. 
10 Fevereiro 2026, 12h44

A retalhista de vestuário francesa viu os lucros crescer 8% em 2025, face ao ano anterior, para 2,5 mil milhões em 2025, de acordo com informação avançada esta terça-feira.

“Estes resultados confirmam a solidez do modelo do grupo a nível internacional e a sua capacidade de crescer de forma sustentada num contexto de profunda transformação do setor do retalho”, destacou a marca em comunicado.

Neste período, a empresa reforçou a sua presença internacional com a entrada em quatro novos mercados e a abertura de 43 novos estabelecimentos a nível global, atingindo um total de 648 lojas em 37 países.

Em 2025, a Kiabi deu um passo importante para um rebranding para unificar o ecossistema da marca, um “passo decisivo para acompanhar a transformação da empresa e refletir de forma coerente o seu ecossistema de marcas, produtos e serviços. A apresentação de um rebranding global introduz uma nova identidade visual, que reforça a visibilidade e a compreensão do conjunto das propostas do grupo, mantendo os valores históricos de acessibilidade, proximidade e utilidade para as famílias”.

Para 2026, a Kiabi realça que irá dar continuidade do plano de aberturas em localizações estratégicas, com foco em centros e parques comerciais e em novos formatos adaptados a contextos urbanos. A empresa estima a entrada em sete novos mercados, como Suíça, Argentina ou Macedónia do Norte e a abertura de mais de 50 novos pontos de venda a nível global.

No campo da diversificação do negócio, a Kiabi propõe o alargamento da oferta para além da moda tradicional, com novas categorias, marcas e serviços que reforçam o posicionamento da marca.

A Kiabi menciona ainda o reforço do ecossistema digital, com especial foco na aplicação móvel e na evolução do seu programa de fidelização e ainda a integração de critérios ambientais, sociais e de gestão em toda a cadeia de valor, e reforçando a segunda mão e o consumo responsável.


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