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Rendas das casas desceram 1,2% nos últimos 12 meses

Arrendar casa tem agora um custo de 16,4 euros por metro quadrado, ficando abaixo do máximo histórico de 17 euros por metro quadrado, registado em outubro de 2025.
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2 Abril 2026, 10h25

As rendas das casas desceram 1,2% no mês de março, face ao período homólogo de 2025, e baixando pela terceira vez consecutiva este ano, depois das quebras de 1,9% em janeiro e 1,4% em fevereiro. Arrendar casa tem agora um custo de 16,4 euros por metro quadrado, ficando abaixo do máximo histórico de 17 euros por metro quadrado, registado em outubro de 2025, segundo os dados do ‘idealista’.

O preço das casas para arrendar aumentou em 12 das 16 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas, manteve-se estável em uma e desceu nas restantes três. As maiores subidas anuais registaram-se em Bragança (23,2%), Viana do Castelo (15,2%) e Setúbal (12,2%). Seguem-se Leiria (10,8%), Ponta Delgada (10,4%), Santarém (9,2%) e Coimbra (8,8%).

Também se observaram aumentos em Aveiro (5,6%), Funchal (5,5%), Castelo Branco (4,6%) e Faro (4,2%), enquanto Évora (0,6%) apresentou uma subida ligeira. Já em Lisboa (-0,1%), os preços mantiveram-se estáveis. Em sentido contrário, registaram-se descidas anuais no Porto (-4%), Viseu (-3,9%) e Braga (-3,2%).

Lisboa continua a ser a cidade mais cara para arrendar casa, com um preço mediano de 22 euros/m2, seguida do Porto (16,8 euros/m2) e do Funchal (16,8 euros/m2). Logo depois surgem Faro (14,8 euros/m2), Setúbal (13,8 euros/m2) e Coimbra (12,9 euros/m2).

Seguem-se Évora (12,3 euros/m2), Aveiro (11,5 euros/m2) e Ponta Delgada (11,1 euros/m2). No segmento intermédio encontram-se Braga (10,3 euros/m2), Viana do Castelo (9,9 euros/m2), Santarém (9,6 euros/m2) e Leiria (9,5 euros/m2). As capitais mais económicas continuam a ser Viseu (7,5 euros/m2), Bragança (7,5 euros/m2) e Castelo Branco (6,9 euros/m2).

Nos últimos 12 meses, os preços das casas para arrendar subiram em 14 dos 20 distritos e ilhas analisadas, mantiveram-se estáveis em um território e desceram nos restantes cinco. A maior subida anual registou-se em Bragança (47,3%), seguida de Beja (15,3%), ilha de São Miguel (11,8%), Castelo Branco (10,7%) e Coimbra (10,2%).

Registaram-se ainda aumentos em Aveiro (8,1%), Portalegre (7,2%), Viana do Castelo (6,7%), Setúbal (6%), ilha da Madeira (5,2%), Leiria (4,7%), Évora (4,2%), Santarém (4,1%) e Braga (1%). Já em Lisboa (-0,1%), os preços mantiveram-se estáveis. Em sentido contrário, as maiores descidas anuais observaram-se em Vila Real (-17%), Guarda (-13,4%), Porto (-3,9%), Viseu (-1,8%) e Faro (-1%).

O distrito de Lisboa lidera o ranking dos distritos e ilhas mais caras para arrendar casa, com um preço mediano de 20,2 euros/m2, seguido da ilha da Madeira (16,3 euros/m2) e de Faro (15,2 euros/m2). Logo depois surgem Porto (15 euros/m2) e Setúbal (14,6 euros/m2).

Com valores iguais ou acima dos 10 euros/m2 encontram-se ainda Coimbra (12,1 euros/m2), ilha de São Miguel (11,6 euros/m2), Évora (11,5 euros/m2), Beja (10,6 euros/m2), Aveiro (10,4 euros/m2), Braga (10,3 euros/m2) e Leiria (10,1 euros/m2).

No segmento intermédio surgem Viana do Castelo (9,5 euros/m2), Santarém (8,9 euros/m2), Bragança (8,3 euros/m2) e Castelo Branco (8,3 euros/m2). Os distritos mais económicos continuam a ser Viseu (7,4 euros/m2), Portalegre (7 euros/m2), Vila Real (6,8 euros/m2) e Guarda (6,2 euros/m2).

Nos últimos 12 meses, os preços das casas para arrendar subiram em quatro das sete regiões portuguesas analisadas, desceram em duas e mantiveram-se estáveis numa. As maiores subidas anuais registaram-se na Região Autónoma dos Açores (8,8%), seguida do Centro (6,3%), da Região Autónoma da Madeira (6,1%) e do Alentejo (5,3%).

A Área Metropolitana de Lisboa (0,1%) manteve-se estável. Em sentido contrário, verificaram-se descidas anuais no Norte (-4,6%) e no Algarve (-1%).

A Área Metropolitana de Lisboa mantém-se como a região mais cara do país para arrendar casa, com um preço mediano de 19,6 euros/m2. Seguem-se a Região Autónoma da Madeira (16,3 euros/m2) e o Algarve (15,2 euros/m2).

Logo depois surgem o Norte (13,8 euros/m2) e o Alentejo (11,6 euros/m2). As regiões mais acessíveis continuam a ser a Região Autónoma dos Açores (10,9 euros/m2) e o Centro (10,3 euros/m2).

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