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Governo concessiona mais monumentos ao turismo

A lista está completa: no total são as 30 concessões que vão ser integradas no Programa Revive.
Santuário do Cabo Espichel
27 Dezembro 2016, 10h19

O Programa Revive vai contar com 30 monumentos abandonados cuja recuperação caberá a vários hoteleiros e investidores privados, através de concessões. Esta terça-feira, a lista completa dos edifícios ficou completa, com a divulgação dos restantes conventos, mosteiros, fortes e antigos quartéis que serão alvo de reestruturação.

O grupo Pestana, as Pousadas de Portugal e o Grupo Vila Galé estão entre os grupos que têm interesse nos mosteiros e conventos que estão a concurso. O “Diário de Notícias” adianta que na corrida estão não apenas grupos nacionais que já operam no setor, mas também investidores nacionais com outros ramos de atividade e ainda grupos de investimento internacionais que “não necessariamente grupos hoteleiros”.

O projeto conjunto dos Ministérios da Economia, da Cultura e das Finanças abre o património ao investimento privado, esperando que alcance os 150 milhões de euros. No final de setembro, tinham sido anunciados quais os primeiros 12 imóveis do Estado que iriam a concurso para se converterem em projeto turístico.

A lista, que foi disponibilizada na página do Turismo de Portugal, fica completa com os seguintes: Convento de Santa Clara (Vila do Conde), Mosteiro do Lorvão (Penacova), Mosteiro de Sanfins de Friestas (Valença), Palácio de Manique do Intendente (Azambuja), o Forte do Rato (Tavira), Forte de São Pedro (Estoril) ou o Santuário do Cabo Espichel (Sesimbra).

A propósito do tema, o ministro da Economia referiu que “este é um programa para restaurar património histórico e garantir que está aberto ao público, para que seja visitado”. Em entrevista ao DN, Manuel Caldeira Cabral indicou que “estes edifícios, muitos fora de Lisboa e do Porto, vão ser parte de uma oferta diferenciadora” e que se está “a criar valor, valorizando o património histórico que temos”.


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