Passos Coelho afirma que o governo PSD/CDS tinha previsto para o Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança em Portugal (SIRESP) um investimento, que o Governo atual não está a cumprir.
A acusação foi feita ontem, e o Ministério da Administração Interna já desmentiu em comunicado qualquer tipo de contenção de despesas para o SIRESP, garantindo que “não teve qualquer limitação fruto das cativações”.
O líder do PSD explicou que em 2015 foi lançado um concurso para reforçar as comunicações móveis de emergência, mas até o momento não foram corrigidas as deficiências da entidade operadora. Pedro Passos Coelho acrescentou que é necessário apurar as responsabilidades políticas e que para tal, é preciso saber quais as despesas que não foram consideradas urgentes e por isso sujeitas a cativação.
Contrariamente, ao que às acusações do líder social-democrata, o gabinete de Constança Urbano de Sousa adianta que o não cumprimento das medidas propostas no relatório da consultora KPMG, cabe exclusivamente ao anterior governo.
O comunicado do MAI sublinha ainda que é o atual governo que está a executar essas medidas propostas no relatório de 2014.
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